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Visão Geral

Resumo

Âmbito e Conteúdo

Informação Administrativa

Descrição Detalhada

3.5.1 - Brasil Primário Indígena e Ocupações

3.5.2 - Brasil Pré Colonial e Colonial

3.5.3 - Brasil Império

3.5.4 - Brasil Primeira República - República Velha

3.5.5 - Brasil Estado Novo e República Nova

3.5.6 - Brasil Regime Militar, Abertura e Nova República

3.5.7 - Brasil Nova República



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3.5 - Seção Coleção de Moedas | Centro de Memória e Informação Pessoal Yuri Victorino

By Yuri Victorino I da Silva

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Collection Overview

Title: 3.5 - Seção Coleção de MoedasAdicionar a Cesta.View associated digital content.

ID: CEMIP/RNC/CMO

Primary Creator: Yuri Victorino Inácio da Silva

Extent: 0.0

Forms of Material: Numismatica - Moedas

Languages: Portuguese

Abstract

Seção Coleção de Moedas - CMO contém moedas do Brasil e outras dos países dominadores do território brasileiro.

As peças estão inter-relacionadas por questões históricas, geopolíticas e econômicas ligadas ao terrritório que hoje constitui o Brasil.

Scope and Contents of the Materials

3.5 - CEMIP RNC CMO - Seção Coleção de Moedas. A Seção Coleção está dividida em sete Séries. Cada Série corresponde a um período sócio-histórico-cultural definido pela instituição.

3.5.1 - CEMIP RNC CMO BPI: Brasil Primário Indígena e Ocupações - Invasões sobre territórios indígenas - 1100/1664

3.5.2 - CEMIP RNC CMO BPCC: Brasil Pré Colonial e Colonial - 1664/1822

3.5.3 - CEMIP RNC CMO BI: Brasil Imperial - 1822/1889

3.5.4 - CEMIP RNC CMO BPR: Brasil Primeira República - 1889/1930

3.5.5 - CEMIP RNC CMO BENRN: Brasil Estado Novo e República Nova - 1930/1945 - 1945/1964

3.5.6 - CEMIP RNC CMO BRMANR: Brasil Regime Militar e Abertura e Nova República - 1964/1985 - 1985/1994

3.5.7 - CEMIP RNC CMO BNR: Brasil Nova República, 1994 - Atualidade

A coleção é provenientes de doações ou aquisição de acervos ou itens únicos. Segue cronologia histórica em:

Séries: divididas em: datação histórica, temáticas sócio/culturais.

Dossier: em personagens.

Item: metal, datação, valor e letra monetária, podendo haver outras informações.

A descrição das peças foi baseada em catálogos brasileiros e internacionais, universalmente reconhecidos.

Administrative Information

Repository: Centro de Memória e Informação Pessoal Yuri Victorino

Access Restrictions: Consulta local por agendamento


Box and Folder Listing


Browse by Series:

[Series BPI: 3.5.1 - Brasil Primário Indígena e Ocupações, 1100 - 1664],
[Series BPCC: 3.5.2 - Brasil Pré Colonial e Colonial, 1656 - 1822],
[Series BI: 3.5.3 - Brasil Império, 1822 - 1899],
[Series B1R: 3.5.4 - Brasil Primeira República - República Velha, 1889 - 1930],
[Series BENRN: 3.5.5 - Brasil Estado Novo e República Nova, 1930 - 1945 / 1945 - 1964],
[Series BRMANR: 3.5.6 - Brasil Regime Militar, Abertura e Nova República, 1964 - 1985 / 1985 - 1994],
[Series BNR: 3.5.7 - Brasil Nova República, 1994 <],
[All]

Series BPCC: 3.5.2 - Brasil Pré Colonial e Colonial, 1656 - 1822Adicionar a Cesta.

3.5.2 - CEMIP RNC CMO BPCC Série BPCC: Brasil Pré Col. e Colonial, 1656 - 1822

A Série Brasil Pré Colonial e Colonial comprenede subséries que abrangem o período histórico-sócio-cultural, que compreende de 1656 a 1822.

- Entradas e Bandeiras - Bandeira de Bartolomeu Bueno da Silva - 1672-1740 - Jazidas de Ouro e Pedras Preciosas e Bandeira de Domingos Jorge Velho - 1615-1703 - Nordeste para o Sertão - Sertanistas de contato - Bandeirantes eram contratados para combater quilombos e tribos que atacavam cidades e engenhos.

- Nos séculos XVI e XVII, os bandeirantes começam a explorar o interior do Brasil em busca de índios, escravos fugitivos e metais preciosos. Com isso, ampliam as fronteiras do Brasil além do Tratado de Tordesilhas. Ciclo do ouro (século XVIII) - Em meados do século XVIII começam a serem descobertas as primeiras minas de ouro na região de Minas Gerais. - O centro econômico desloca-se para a região Sudeste. - A mão-de-obra nas minas, assim como nos engenhos, continua sendo a escrava de origem africana. - A Coroa Portuguesa cria uma série de impostos e taxas para lucrar com a exploração do ouro no Brasil. Entre os principais impostos estava o quinto. - Grande crescimento das cidades na região das minas, com grande urbanização, geração de empregos e desenvolvimento econômico. - A capital é transferida para a cidade do Rio de Janeiro. - No campo artístico destaque para o Barroco Mineiro e seu principal representante: Aleijadinho.

Dossier DAVI: 3.5.2.1 - D. Afonso VI de Portugal - O Vitorioso, 1656 - 1667Adicionar a Cesta.View associated digital content.

3.5.2.1 - CEMIP RNC CMO BPCC DAVI - Dossier  D. Afonso VI de Portugal - O Vitorioso, 1656 - 1667

Afonso VI (Lisboa, 21 de agosto de 1643 – Sintra, 12 de setembro de 1683), apelidado de "o Vitorioso", foi o Rei de Portugal e Algarves de 1656 até sua morte, o segundo monarca português da Casa de Bragança. Era filho do rei João IV e a sua esposa Luísa de Gusmão, com sua mãe servindo como sua regente desde sua ascensão até 1662 quando foi removida por Afonso e seu favorito Luís de Vasconcelos e Sousa, 3.º Conde de Castelo Melhor.

Seu reinado viu o final da Guerra da Restauração e o reconhecimento da Espanha da independência de Portugal. Afonso também negociou alianças com a França através de seu casamento com Maria Francisca de Saboia. Entretanto, ele era fisicamente e mentalmente fraco, fazendo com que seu irmão mais novo Pedro, Duque de Beja, conspirasse em 1668 para declará-lo incapaz. Pedro tornou-se regente do reino, anulou o casamento de Afonso e casou-se com Maria Francisca. Ele passou o resto de seu reinado praticamente como um prisioneiro.

Dossier DPPR: 3.5.2.2 - D. Pedro Príncipe Regente de Portugal, 1667 - 1683Adicionar a Cesta.View associated digital content.

3.5.2.2 - CEMIP RNC CMO BPCC DPPR- Dossier D. Pedro Príncipe Regente de Portugal, 1667 - 1683

D. Pedro II assumiu o trono de Portugal (1683), sucedendo ao irmão Afonso VI, embora já estivesse exercendo as funções de regente do reino a 15 anos (1668-1683), devido à instabilidade mental do irmão.

Dossier DPII: 3.5.2.3 - D. Pedro II de Portugal , 1684 - 1706Adicionar a Cesta.View associated digital content.

3.5.2.3 - CEMIP RNC CMO BPCC DPII - Dossier D. Pedro II de Portugal - O Pacífico, 1684 - 1706

Nasceu em Coimbra, em 1648. Era irmão de D. Afonso VI. Casou com a cunhada, D. Maria Francisca de Sabóia, e, pela segunda vez, com D. Maria Sofia de Neuburgo. Foi cognominado de “O Pacífico” por ter assinado o tratado de paz com a Espanha, em 1668, pondo termo à Guerra da Restauração. Faleceu em 1706 e jaz em S. Vicente de Fora.

D. Pedro II reuniu as cortes em 1697 para garantir a sucessão ao trono de seus filhos. D. João, o filho mais velho do rei, foi jurado herdeiro de seu pai. Foram as últimas cortes que se realizaram em Portugal pelo período de mais de um século.

Estabeleceu-se o absolutismo, isto é, os reis ficaram senhores absolutos do poder. No reinado de D. Pedro II foi assinado um acordo comercial com a Inglaterra, conhecido por Tratado de Methwen. Por esse acordo era favorecida a entrada em Portugal de lanifícios ingleses e, na Inglaterra, facilitando o negócio dos vinhos do Porto, os quais nas suas alfândegas pagariam direitos muito reduzidos. Deste contrato não foram colhidas as vantagens que se esperavam (1703).

Dossier DJV: 3.5.2.4 - D. João V de Portugal, 1706 - 1750Adicionar a Cesta.View associated digital content.

3.5.2.4 - CEMIP RNC CMO BPCC DJV - Dossier D. João V de Portugal - O Magnânimo, 1706 - 1750

D. João V de Portugal - O Magnânimo, 24.° rei de Portugal. - Nasceu em Lisboa a 22 de outubro de 1689, onde também faleceu a 31 de julho de 1750. Era segundo filho de D. Pedro II, e de sua segunda mulher, a rainha D. Maria Sofia Isabel de Neuburgo.

Falecendo seu irmão mais velho, do mesmo nome João, a 30 de agosto de 1688, tendo apenas um mês de vida, foi proclamado príncipe herdeiro em 1 de dezembro de 1697.

Filho de D. Pedro II e de D. Maria Sofia de Neuburgo, o Magnânimo recebeu o nome de João Francisco António José Bento Bernardo. Casado, em 1708, com D. Maria Ana de Áustria, filha do imperador romano-germânico Leopoldo I, teve seis descendentes legítimos, entre os quais Maria Bárbara (mulher do futuro Fernando VI de Espanha), José (futuro D. José, seu sucessor no trono português) e Pedro (D. Pedro III, marido de D. Maria I).

D. João V manteve múltiplos casos amorosos extramatrimoniais – célebre foi a relação com Madre Paula, freira e depois superiora do Convento de Odivelas – e teve filhos ilegítimos, como os três Meninos de Palhavã.

A relação que o monarca manteve com alguns familiares não foi das melhores. Não via com bons olhos o seu primogénito D. José, preferindo D. Pedro, o qual tinha uma personalidade mais apagada. E, ao que constava, o seu relacionamento com o pai e com o irmão D. Manuel não foi de grande afeto.

A sua personalidade recaía sobre duas facetas predominantes. Por um lado, o seu comportamento aventureiro e libertino, e, por outro, a firme postura com que interveio na direção dos negócios públicos. Detinha uma admirável inclinação para os negócios, uma memória prodigiosa e um espírito vivo e sublime. Apreciava divertimentos como a caça, possuindo destreza tanto na lança como na espingarda, mas a leitura era a sua ocupação predileta.

A formação do jovem D. João foi entregue a professores jesuítas. O seu primeiro mestre foi o padre Francisco da Cruz da Companhia de Jesus. Para as suas lições de escrita foi escolhido o padre Caetano Lopes e para as de latim o padre João Seco. A disciplina de matemática ficou a cargo do padre Luís Gonzaga. D. João interessou-se tanto por esta última área que mesmo depois de ter subido ao trono continuou a estudá-la. Adquiriu também formação religiosa, bem como conhecimentos arqueológicos.

Poliglota, D. João V sabia na perfeição várias línguas: latim, espanhol, francês e italiano e, claro, o português, que falava da forma mais pura e eloquente. Eram-lhe reconhecidos vários atributos. Era amável, enérgico, profundamente religioso e ciente das suas obrigações e deveres.

O Magnânimo foi aclamado Rei de Portugal aos 17 anos, a 1 de janeiro de 1707, na sequência da morte do pai. Jurando respeitar os costumes e os privilégios dos povos, procurou rodear-se de figuras com experiência, destacando-se o cardeal da Mota, seu principal ministro e braço-direito.

O seu reinado – um dos mais longos da história da monarquia portuguesa – suscitou opiniões contraditórias. Para uns, o seu desempenho foi notável, mas para outros demonstrou uma má administração das riquezas provenientes da descoberta e da exploração das minas de ouro e de pedras preciosas no Brasil.

Quando subiu ao trono, o país estava envolvido na Guerra da Sucessão Espanhola e o Tesouro encontrava-se em rutura. Foi, sem dúvida, uma prova de fogo para o novo monarca.

A sua atuação externa foi pautada por uma neutralidade face às questões políticas da Europa. Entendia que a melhor atitude para recuperar o prestígio internacional era promover a paz e, por isso, firmou-a com o Tratado de Utreque. Esta situação de paz só veio a ser interrompida quando o monarca respondeu ao apelo do papa para ajudar na guerra contra os turcos, tendo Portugal desempenhado um papel decisivo na Batalha de Matapão, em 1717.

Mas se por um lado D. João V favoreceu a neutralidade no jogo das relações internacionais, por outro, consciente do seu valor, não deixou ser comandado por outras nações. Cortou relações diplomáticas, durante alguns anos, com a França e desentendeu-se com a Espanha, em consequência de uma ofensa ao embaixador de Portugal em Madrid.

Graças ao esforço financeiro e à sua persistência, o monarca conseguiu que a Santa Sé concedesse a Portugal a paridade diplomática face aos outros grandes estados da Europa e que, em 1748, o papa Bento XIV lhe atribuísse a si e aos seus sucessores o título de Fidelíssimo.

O Brasil mereceu de o Magnânimo uma atenção especial. Além de ter consolidado as fronteiras do território brasileiro, enviou famílias lusas para assegurar o povoamento, formou quadros administrativos na própria colónia e impulsionou o desenvolvimento económico.

Em Portugal, a realidade já não era tão promissora. Nesse período, a nível interno, sentia-se a crise da agricultura, a ineficácia das iniciativas industriais e a dependência das importações. Essa situação económica foi favorecida pelo ouro que chegava do território brasileiro, mas não de forma suficiente. De acordo com alguns historiadores, D. João V, em vez de empregar as riquezas vindas do Brasil no desenvolvimento da indústria e da agricultura, esbanjava-as em doações, edifícios e noutras áreas menos importantes para o fomento do país.

Apesar de muitos considerarem que a sua atuação foi insuficiente para a expansão económica de Portugal, é inegável que o monarca levou a cabo medidas importantes, como, por exemplo, a instalação de algumas indústrias e a reforma da administração pública.

Um dos fatores que distinguiu o seu reinado dos anteriores foi a faustosa diplomacia portuguesa em questões de protocolo. De acordo com a sua personalidade e com o propósito da glorificação nacional, D. João V investia quantias exorbitantes em atos protocolares. Por exemplo, obedecendo a uma ordem do monarca, o embaixador em França, o conde da Ribeira Grande, entrou em Paris lançando moedas de ouro com a efígie do rei à população. Este tipo de iniciativas revelavam a preocupação de o Magnânimo em evidenciar a ostentação e a prosperidade de Portugal.

Apesar do seu reinado ser conhecido pelos gastos exorbitantes, o monarca também enriqueceu culturalmente o país. Entre os edifícios mandados construir pelo rei destacam-se o Aqueduto das Águas Livres, em Lisboa, a Capela de São João Baptista, na Igreja de São Roque, em Lisboa, e o Palácio e Convento de Mafra. Esta última obra emblemática – símbolo máximo da riqueza desse reinado – foi erguida em cumprimento do voto que o monarca fizera pelo nascimento de D. Pedro, primeiro filho varão que veio a morrer ainda em criança. Estes foram alguns dos seus testemunhos de luxo e esplendor, que deram nome a uma fase da arte portuguesa denominada "barroco joanino".

A formação intelectual e a modernização do ensino também mereceram uma consideração especial por parte de D. João V. Fundou a Academia Real da História, em Lisboa, a Academia de Portugal, em Roma, e o observatório astronómico do Colégio de Santo Antão. Em 1713, criou a Escola do Seminário da Patriarcal, que veio a ser uma das mais importantes instituições de ensino da música em Portugal.

O avanço científico e técnico não foi esquecido pelo rei e, por isso, contratou professores estrangeiros e incentivou os estudos da matemática, das ciências naturais e da medicina. Além disso, impulsionou experiências tecnológicas, como, por exemplo, o engenho voador – Passarola – do padre Bartolomeu Lourenço de Gusmão.

Amante da música e da literatura, o Magnânimo impulsionou diversos serões musicais e literários. Incentivou a vinda de autores estrangeiros, a compra de livros, a construção de bibliotecas e introduziu a ópera italiana em Portugal.

No início da década de 40, o monarca ficou hemiplégico, vítima de uma apoplexia, mas mesmo perdendo alguma capacidade de trabalho prosseguiu com os seus deveres. Mas, inevitavelmente, o Estado sofreu com a doença do rei. Quando morreu, em 1750, deixou uma corte luxuosa e obras grandiosas que refletiam a sua imagem, daí a designação ao "estilo D. João V". O Magnânimo está sepultado no Mosteiro de São Vicente de Fora.

Dossier DJI: 3.5.2.5 - D. José I, 1750 - 1777Adicionar a Cesta.View associated digital content.

3.5.2.5 - CEMIP RNC CMO BPCC DJI - Dossier D. José I de Portugal - O Reformador, 1750 - 1777

D. José I de Portugal - Nasceu em Lisboa, a 6 de Junho de 1714, e faleceu na Ajuda a 24 de Fevereiro de 1777. Era filho de el-rei D. João V, a de sua mulher, a rainha D. Maria Ana de Áustria. O reinado de D. José foi marcado pelo governo de Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal e durou entre 1750 e 1777. Durante o seu reinado travou-se guerra com a Espanha e a França, expulsaram-se os Jesuítas, fez-se a reforma da Inquisição e execução de alguns nobres acusados de atentarem contra a vida do rei e criaram-se grandes companhias. O fim do seu reinado é marcado por uma grande crise econômica. Todo o reinado é caracterizado pela criação de instituições, especialmente no campo econômico e educativo, no sentido de adaptar o país às grandes transformações que se tinham operado. Entre várias medidas tomadas funda-se a Real Junta do Comércio, o Erário Régio, a Real Mesa Censória, reforma-se o ensino superior e cria-se o ensino secundário.

Tem o cognome de “O Reformador”, por se dizer que no seu tempo foram introduzidas algumas modificações na maneira de governar, embora a sua atividade reformadora seja de atribuir mais ao seu ministro Marquês de Pombal, Depois do terramoto em 1755, que destruiu a maior parte da capital seguindo-se a fome e epidemias, o rei deu ao ministro o domínio do governo. Rapidamente reconstruiu a Lisboa e tomou acertadas medidas de proteção a quem tinha sofrido com o terramoto. Por causa dele, Portugal transformou-se num país moderno, devido à reorganização das leis, da economia e da sociedade portuguesa. Foram fundadas novas escolas de marinha, comércio ou militares. Os professores tiveram que ensinar o latim grátis e nas maiores cidades ensinou-se também a retórica, filosofia ou grego. No Brasil os índios foram declarados livres e foi proibida a sua escravidão ao mesmo tempo que também os escravos que entrassem em Portugal se tornavam livres. Desapareceram as diferenças existentes entre os cristãos-velhos e os novos, (descendentes dos judeus). Quem se opunha a estas mudanças era perseguido e por vezes morto. Criaram-se grandes companhias, fábricas, reformaram-se universidades e aumentaram os rendimentos do estado. Podemos dizer que o grande feito de D. José I foi ter nomeado Marquês de Pombal ministro, que embora tivesse bastante inimigos, com a sua administração enérgica conseguiu muitas reformas que em muito melhoraram o país.

Dossier DMIPIII: 3.5.2.6 - D. Maria I e Pedro III, 1777 - 1786Adicionar a Cesta.View associated digital content.

3.5.2.6 - CEMIP RNC CMO BPCC DMIPIII - Dossier D. Maria I e Pedro III de Portugal, 1777 - 1786

D. Pedro II de Portugal em 6 de junho de 1760, contraiu matrimónio com D. Maria, uma união promovida por D. José. Apesar da grande diferença de idades (D. Maria tinha apenas 26 anos e D. Pedro, 43), a amizade que nutriam um pelo outro contribuiu para que este fosse um casamento feliz, em que o casal estava unido por uma grande afeição.

Durante o reinado de D. José, o casal viveu no Palácio de Queluz, uma construção sumptuosa mandada erguer por D. Pedro. Este afastamento foi ditado pela grande animosidade que o casal nutria pelo marquês de Pombal, tendo este chegado a tentar afastar D. Maria da sucessão do trono.

Quando a princesa subiu ao trono, chamou para junto de si o marido, com o intuito de o aproximar do governo de Portugal. Contudo, D. Pedro III dedicou-se, quase exclusivamente, às questões religiosas e exerceu pouca influência na governação do país durante os nove anos que reinou.

Dossier DMI: 3.5.2.7 - D. Maria I, 1786 - 1799Adicionar a Cesta.View associated digital content.

3.5.2.7 - CEMIP RNC CMO BPCC DMI - Dossier D. Maria I de Portugal - A Piedosa e Louca, 1786 - 1799

Rainha de Portugal, a primeira rainha que por si só governou e empunhou o ceptro, por não haver príncipe varão, e não existir em Portugal a lei sálica, que afastava as mulheres do governo do estado.

Nasceu em Lisboa a 17 de dezembro de 1734, faleceu no Rio de Janeiro em 20 de março de 1816. Era filha do rei D. José I, e de sua mulher, a rainha D. Mariana Vitória.

Mais tarde sucedendo ao seu pai, D. José I, foi rainha de Portugal desde 24 de Março de 1777 até ao dia da sua morte a 20 de Março de 1816. Além de ter sido rainha de Portugal, D. Maria I foi também princesa do Brasil, princesa da Beira e duquesa de Bragança. Ficou conhecida por A Piedosa ou A Pia devido á sua devoção religiosa, que demonstra quando manda construir a Basílica da Estrela em Lisboa. No Brasil era chamada por Dona Maria, A Louca, por causa de sua doença mental que lhe foi manifestada nos últimos 24 anos da sua vida, depois da morte do seu filho que ela recusou vacinar contra a varíola, por causa da sua devoção à religião.

D. Maria I foi a primeira rainha que reinou em Portugal. Iniciou um período que ficou conhecido por a Viradeira, o seu primeiro acto como rainha foi a demissão e exílio da corte de Marquês de Pombal pois nunca perdoou a forma como tratou a família Távora durante o Processo dos Távoras.

O seu reinado ficou marcado por uma grande actividade legislativa, sobretudo em relação à gestão económica. Propôs restrições ao monopólio da Companhia do Vinho do Porto, suprimiu a Companhia do Maranhão. Impulsionou novas manufacturas e assinou um tratado de amizade, navegação e comércio com a Rússia. Desenvolveu também a cultura e as ciências, com o envio de missões científicas para a Angola, Brasil, Cabo Verde e Moçambique. Criou instituições em Lisboa como a Real Academia das Ciências, a Aula Régia de Desenho. Fundou a Academia Real de Marinha e a Real Biblioteca Pública. E ainda criou a lotaria para alargar os serviços da Misericórdia de Lisboa. No Porto criou a Aula Pública de Debucho e Desenho. A nível da assistência, fundou a Casa Pia de Lisboa uma das suas medidas mais importantes.

Mais tarde, por causa da sua doença mental, a 10 de Janeiro de 1792 foi obrigada a aceitar que o seu filho tomasse conta dos assuntos do Estado. A sua doença agravasse com a morte do seu marido D. Pedro III em 1786, e do seu filho, o príncipe herdeiro José em 1788, que morreu aos 26 anos. O que faz com que o seu filho João assuma a regência: D. João VI de Portugal.

Dossier DJPR: 3.5.2.8 - D. João Príncipe Regente, 1799 - 1816Adicionar a Cesta.View associated digital content.

3.5.2.8 - CEMIP RNC CMO BPCC DJPR -  Dossier D. João Príncipe Regente de Portugal, 1799 - 1816

Príncipe Regente do Brasil foi o título do herdeiro do trono do Reino do Brasil, um dos constituintes do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, entre 1816 e 1825, que tomasse posse por motivos que impossibilitassem o mandato do rei legítimo.

Dom João VI (1767-1826) foi Rei de Portugal. Começou a governar a partir de 1792, em consequência da insanidade mental de sua mãe D. Maria I. Se tornou Príncipe Regente a partir de 13 de julho de 1799.

Dom João Maria de Bragança (futuramente Dom João VI) foi nomeado Príncipe-regente do Reino do Brasil, um dos constituintes do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Recebeu este título por pouco tempo (aquando da elevação do então Estado do Brasil a reino unido com Portugal), até a morte de Dona Maria I, alcunhada a louca. Com o falecimento desta, Dom João VI recebeu o título de Rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.

Com a presença da corte, tanto em Portugal, como no Brasil, os bancos, as repartições entre outras coisas publicas não poderiam fechar, dificultando a recolonização, alem disso, a maioria do povo não aceitaria voltar "do vinho para a água".

Dossier DJVI: 3.5.2.9 - D. João VI Imperador e Rei do Reino Unido Portugal, Brasil e Algarves , 1818 - 1822Adicionar a Cesta.View associated digital content.

3.5.2.9 - CEMIP RNC CMO BPCC DJVI - Dossier D. João VI Imperador e Rei do Reino Unido Portugal, Brasil e Algarves - O Clemente, 1818 - 1822

Dom João VI (1767-1826) foi Rei de Portugal. Começou a governar a partir de 1792, em consequência da insanidade mental de sua mãe D. Maria I. Se tornou Príncipe Regente a partir de 13 de julho de 1799. No dia 6 de fevereiro de 1818 foi coroado Rei de Portugal, dois anos após a morte de sua mãe. Veio para o Brasil tão logo soube da notícia que as tropas de Napoleão comandadas pelo general Junot caminhavam em direção à Portugal. O Brasil que até então era uma colônia, passou a ser a sede da monarquia portuguesa. Dom João permaneceu no Brasil entre 1808 e 1821.

Dom João VI (1767-1826) nasceu em Lisboa no dia 13 de maio de 1767, no Palácio Real da Ajuda. Era filho de D. Pedro III e D. Maria Izabel. Em 8 de maio de 1785 casa-se com D. Carlota Joaquina, filha de Carlos IV, rei da Espanha. Teve nove filhos, entre eles, Pedro, futuro Imperador do Brasil. Com a morte de seu irmão mais velho, Dom João torna-se herdeiro da coroa portuguesa. No dia 10 de fevereiro de 1792, com a insanidade mental de sua mãe confirmada, passa a governar o País. Só foi nomeado Príncipe Regente no dia 13 de julho de 1799.

Dom João governou Portugal desde 1792 e enfrentou várias dificuldades, principalmente na Revolução Industrial na Europa e na Revolução Francesa, no final do século XVIII e início de século XIX. O Imperador francês Napoleão Bonaparte no objetivo de conquistar a hegemonia europeia determinou que tropas comandadas pelo general Andoche Junot invadissem Portugal. Logo que soube do plano de invasão, Dom João determinou que a família real embarcasse imediatamente para o Brasil.

No dia 29 de novembro de 1807 saiu de Portugal uma frota composta por quinze navios da esquadra real e outros navios mercantes, levando a família real, fidalgos e funcionários em direção ao Brasil. No dia 22 de janeiro de 1808 Dom João chega a Salvador. O Brasil que até então era uma colônia, passou a ser a sede do governo português. Em 28 de janeiro de 1808, seis dias após sua chegada em Salvador, Dom João assina a carta régia, decretando a abertura dos portos brasileiros ao comércio exterior.

Dom João VI e a comitiva saem da Bahia, no dia 7 de março de 1808, em direção a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, onde é recebido com festas. Dando continuidade a medidas importantes, decretou no dia 1 de abril, por meio de alvará, a liberdade industrial no Brasil, revogando o alvará de 1785, de D. Maria I, que proibia o estabelecimento de fábricas no Brasil.

Deve-se a Dom João VI a criação da Escola Médico-Cirúrgica da Bahia, da Escola Anatômica Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro, da Academia Real Militar, do Jardim Botânico, do Arquivo Militar, da Biblioteca Real, da Academia de Belas Artes do Rio de Janeiro, da Imprensa Régia (o primeiro jornal publicado foi a Gazeta do Rio de Janeiro e a primeira revista foi O Patriota). A criação de importantes movimentos militares proporcionaram a ampliação das fronteiras brasileiras.

No dia 16 de fevereiro de 1815, foi oficialmente reconhecida a elevação do Brasil a categoria de "Reino Unido a Portugal e Algarves", deixando de ser colônia de Portugal. Dom João só é coroado rei de Portugal no dia 6 de fevereiro de 1818, no Rio de Janeiro, após a morte de D. Maria I, que faleceu em 20 de fevereiro de 1816.

Portugal finalmente conseguiu se livrar de Napoleão, com a ajuda militar que recebeu dos ingleses, mas a ausência da Família Real, a grave situação econômica e o domínio de uma ditadura militar inglesa, comandada por Beresford, fez surgir em 1820, na cidade do Porto, a Revolução Liberal do Porto. Pretendiam os revolucionários portugueses: a constitucionalização do país, a expulsão de Beresford, o retorno de Dom João VI e a re-colonização do Brasil.

Vitoriosos, os rebeldes formaram a Junta Provisória do Governo Supremo do Reino. Os acontecimentos levaram Dom João VI a fazer o juramento prévio da Constituição e no dia 7 de março anunciou sua partida e, através de decreto, atribuía a D. Pedro a regência do Brasil. A tumultuosa partida de Dom João VI deu-se no dia 26 de abril de 1821. Chegando a Portugal Dom João VI foi obrigado a assinar a Constituição.

João Maria José Francisco Xavier de Paula Luís Antônio Domingos Rafael de Bragança (Dom João VI) faleceu no Paço da Bemposta, em Lisboa, no dia 10 de março de 1826.

Dossier FV: 3.5.2.10 - Felipe V España, Nápoles e Sicília, 1683 - 1746Adicionar a Cesta.View associated digital content.

3.5.2.10 - CEMIP RNC CMO BPCC FV -  Dossier Felipe V España, Nápoles e Sicília, 1683 - 1746

Filipe V (Versalhes, 19 de dezembro de 1683 – El Escorial, 9 de julho de 1746) foi o Rei da Espanha em duas ocasiões diferentes, primeiro de 1700 até sua abdicação em janeiro de 1724 em favor de seu filho Luís I, e depois ao assumir o trono novamente em setembro de 1724 até sua morte. Era filho de Luís, Delfim da França e sua esposa Maria Ana Vitória da Baviera.

Filipe era o neto do rei Luís XIV de França. Seu pai tinha a reivindicação mais forte ao trono espanhol quando este ficou vago em 1700 com a morte do rei Carlos II. Entretanto, como ele e seu irmão Luís, Duque da Borgonha, não podiam perder seu lugar na sucessão francesa, Filipe foi nomeado sucessor de Carlos. Como a união da França e da Espanha sob um único monarca poderia desequilibrar o poder na Europa, as outras potências tomaram passos para impedir isso. Sua ascensão ao trono espanhol causou a Guerra da Sucessão Espanhola durante catorze anos, terminando apenas com o Tratado de Utrecht que proibia que os dois reinos fossem unidos.

Dossier DJIV: 3.5.2.11 - D. João IV , 1645 - 1656Adicionar a Cesta.View associated digital content.

3.5.2.11 - CEMIP RNC CMO BPCC DJVI -  Dossier D. João IV de Portugal - O Restaurador, 1645 -1656

D. João IV de Portugal - João IV (Vila Viçosa, 19 de março de 1604 – Lisboa, 6 de novembro de 1656), apelidado de João, o Restaurador, foi o Rei de Portugal e Algarves de 1640 até à sua morte, e Duque de Bragança entre 1630 e 1645. D. João IV foi o líder da Guerra da Restauração pela conquista e reconhecimento da independência de Portugal do controlo da Espanha.

Já por algum tempo, Portugal era praticamente uma província espanhola debaixo do reinado de D. Filipe III de Portugal, ou D. Filipe IV de Espanha. O rei vivia em Espanha, sendo representado em Portugal pela Vice-Rainha D. Margarida. O descontentamento dos portugueses era generalizado, visto que o país não estava sendo governado com justiça e as colônias portuguesas eram constantemente vítimas de ataques de outros países. Isso fez com que todas as classes portuguesas viessem a desejar a restauração da independência portuguesa. Mas foi a partir de 1636 que D. João começou a configurar como a pessoa desejada para substituir D. Filipe III no trono português. Em Novembro de 1640, um grupo de conjurados planeou a revolução. Assim, no dia 1 de Dezembro de 1640, findou o domínio filipino que durava 60 anos. D. João chegou a Lisboa onde foi recebido com simpatia e entusiasmo pelo povo e também pelos representantes da nobreza e do clero, sendo mais tarde, no dia 15 de Dezembro aclamado solenemente como D. João IV, rei de Portugal.

Dossier CII: 3.5.2.12 - Carlos II da Espanha, 1661 - 1700Adicionar a Cesta.View associated digital content.

3.5.2.12 - CEMIP RNC CMO BPCC CII - Dossier Carlos II da Espanha - O Enfeitiçado, 1661 - 1700

Carlos II (Madrid, 6 de novembro de 1661 – Madrid, 1 de novembro de 1700), também conhecido como Carlos, o Enfeitiçado, foi o Rei da Espanha de 1665 até sua morte, sendo o último monarca espanhol da Casa de Habsburgo. Seus domínios incluíam os Países Baixos Espanhóis e o império espanhol de além-mar, indo das Américas até as Índias Orientais Espanholas. Ele tinha deficiências físicas, intelectuais e emocionais, e por consequência seu reinado foi ineficiente.

Carlos morreu sem herdeiros em 1700, com todos os potenciais sucessores Habsburgo tendo morrido antes dele. Ele nomeou em seu testamento seu sobrinho-neto Filipe, Duque de Anjou, como seu sucessor. Filipe era neto de sua meia-irmã Maria Teresa da Áustria, primeira esposa do rei Luís XIV de França. Já que as outras potências europeias viam a possível relação dinástica entre a Espanha e a França como uma perigosa mudança de equilíbrio de poder, com a Guerra da Sucessão Espanhola começando pouco depois de sua morte.

Subject/Index Terms:
Reis da Espanha
País - Espanha
Carlos II da Espanha
Creators:
Yuri Victorino Inácio da Silva

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