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Greves

Dados Básicos

Âmbito e Conteúdo

História Institucional

Informação Adminstrativa

Descrição Detalhada:

1979

1983

1985

1986

1987

1988

1989

1990

1991

1992

1995

2002

Fotografias não identificadas




Greves | Arquivo Histórico Sindbancários - AHSBPOA

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Dados Básicos

Título: GrevesVer conteúdo digital associado.

ID: 1/C/5/c5.2

Produtor: Sindbancários POA (1933 - ...)

Extensão: 1.0 Caixas. Mais informação abaixo.

Arranjo: Dossiês cronológicos.

Idiomas: Portuguese

Âmbito e Conteúdo

Dossiês das principais greves organizadas, articuladas ou promovidas pela categoria.

História Institucional

O Sindicatos dos Bancários de Porto Alegre e Região foi oficializado em 20 de maio de 1933 por meio de Carta do Ministro de Estado dos Negócios, do Trabalho, Indústria e Comércio.

Informação Administrativa

Medida Alternativa: 322 itens fotográficos

Restrições de Acesso: Sem restrições

Restrições de Uso: AHSBPOA

Método de Aquisição: Recolhimento

Materiais Relacionados: Campanhas Salariais.

Processo de organização: Na análise da massa documental à organização do AHSBPOA verificou-se a existência de uma agrupação de documentos de diferentes proveniências na tentativa de configurar tematicamente dossiês sobre as diversas greves pelas quais passou o Sindicato.


Descrição Detalhada


Navegar por Dossiê:

[Dossiê 1: 1979, setembro],
[Dossiê 2: 1983],
[Dossiê 3: 1985],
[Dossiê 4: 1986],
[Dossiê 5: 1987],
[Dossiê 6: 1988],
[Dossiê 7: 1989],
[Dossiê 8: 1990],
[Dossiê 9: 1991],
[Dossiê 10: 1992],
[Dossiê 11: 1995],
[Dossiê 12: 2002],
[Dossiê 13: Fotografias não identificadas, 1980-2000],
[Todos]

Dossiê 1: 1979, setembro
A mobilização que culminou na greve de 79 teve como antecedentes todo um trabalho de base realizado pelas duas gestões de Olívio Dutra.

Após a eleição de 1975, iniciava-se um processo de retomada do Sindicato como órgão representativo de classe. A crise do regime militar, a promessa de liberalização política do governo Geisel, a abertura controlada do governo Figueiredo, a repressão sobre os trabalhadores, a crise econômica e o arrocho salarial que assolavam o país eram indicadores que denotavam a precária situação política e econômica vivida pelos trabalhadores brasileiros. Após a greve dos metalúrgicos paulistas em 1978, o movimento sindical articulava-se nacionalmente através dos vários encontros incentivados com a criação da Intersindical, a partir de 1977. Entre os bancários, esta articulação foi estruturada através de encontros nacionais, estaduais e regionais que envolveram a categoria e que traduziam o novo momento de rearticulação do movimento sindical.

Em Porto Alegre, após a decretação da greve no dia quatro de setembro, a reação do governo foi imediata. No segundo dia, a greve foi declarada ilegal, ocorrendo a intervenção no Sindicato dos Bancários. Com a prisão de Olívio Dutra e Felipe Nogueira, sob acusação de incitamento à greve, integrantes da COMOC passaram a comandar o movimento, concentrado agora na sede da Federação dos Bancários, uma vez que “todos os clubes sociais se negam a emprestar suas sedes para a realização das assembléias dos bancários” [ver “A greve proibida”, publicação do Sindbancários, 1989]. Esta determinação partia do governo, que procurava dificultar a mobilização dos grevistas na tentativa de esvaziar o movimento. Enquanto isto, no interior, a greve se estendia a onze municípios. Em Santo Ângelo e em Rio Grande foram presos mais oito bancários. Já nos seus primeiros dias, a greve dos bancários recebeu o apoio de 30 dirigentes ligados à Intersindical , de diversas associações, sindicatos e federações, da CONTEC, de políticos do MDB estadual, entre outros. No quarto dia de greve, chegaram à Porto Alegre representantes da Intersindical do Rio, Belo Horizonte e São Paulo buscando contatar com as autoridades locais para que fossem libertados os dirigentes sindicais bancários. Durante a assembléia dos bancários, Lula leu uma “carta ao povo brasileiro”, em nome da Comissão Intersindical, desnudando a política de abertura do governo Figueiredo: “Já sabíamos. A democracia que se apregoa é só para as elites. A abertura é formal, a anistia parcial e mesquinha. Para a classe trabalhadora fica reservado, como sempre, o ostracismo, se ela quiser ficar calada, ou a cadeia, se ela quiser se libertar” [Zero Hora, 09.07.79]. Este discurso critica o processo de abertura restrito e evidencia uma visão ampliada de democracia, que deveria incorporar os trabalhadores política e economicamente.

Apesar do policiamento ostensivo no centro de Porto Alegre, as passeatas e piquetes continuavam. Segundo a imprensa, dos 34 mil bancários no estado do Rio Grande do Sul, 17 mil estavam em greve . O presidente do Sindicato dos Bancos reconhecia que no Sulbrasileiro e no Banrisul a greve atingia 60% dos setores, admitindo “que a Federação Nacional dos Bancos mantinha uma posição inflexível no sentido de não negociar, atendendo recomendações do governo nesse sentido” [O RIO GRANDE Semanal, de 13 a 19 de setembro de 1979].

Segundo depoimento de um dos advogados do Sindicato, na reunião de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho, no dia 10 de setembro, “o presidente do TRT, Salgado Martins, recebeu insistentes telefonemas do Ministro do Trabalho, Murillo Macedo, incentivando-o a não apresentar nenhuma proposta de conciliação aos bancários em greve" [LIVRE, SEEB/POA, nº 2, janeiro de 1989, p. 17 a 23].

A tensão aumentava. O número de bancários presos em todo o estado subiu para dezesseis, dentre os quais dois integrantes da COMOC, Ana Santa Cruz Oliveira e Namir Bueno. No dia 11, a Federação dos Bancários, representando 23 sindicatos do interior, aceitou a proposta de 15% acima dos índices oficiais, encerrando-se a greve no interior. Os bancários de Porto Alegre decidiram continuar o movimento. Esta postura da Federação foi vista como uma traição por parte do Comando de greve de Porto Alegre, que optou por dar continuidade à paralisação.

No dia 13, os bancários do Rio e de São Paulo entraram em greve, mas, em função da repressão do governo, retornaram ao trabalho no dia 17, aceitando o reajuste de 15% proposto pelos banqueiros às vésperas da data-base. No Rio, a greve atingiu 80% dos bancos, enquanto que em São Paulo a paralisação foi reduzida, atingindo cerca de 4% da categoria .

O Ministro do Trabalho decretou a intervenção no Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, afastando toda sua direção. Em São Paulo foram afastados quatro dirigentes sindicais que defenderam a greve.

Em Porto Alegre, o advogado do Sindicato, Tarso Genro, encaminhava o primeiro habeas corpus do país desde o golpe de 64, solicitando que os quatro dirigentes sindicais presos respondessem ao processo em liberdade. A libertação destes dirigentes só viria, entretanto, com o encerramento da greve. Enquanto isto, o inexperiente comando de greve que assumiu a direção da paralização tentava unificar os ânimos de um movimento que encontrava-se isolado em todo o país. Em um dos comunicados à categoria, o Comando procurava manter a mobilização, independente das tentativas de negociação fracassadas:
“Foi a nossa unidade que fez manter a greve até agora, já no seu 12º dia. Foi a nossa unidade e a força que ela deu ao movimento que nos garantiu a tranqüilidade de saber que é justa uma greve decretada ilegal pelo governo[...] Não somos moleques ou agitadores que assumem um compromisso com cada companheiro ao lado e, de repente, traímos esse mesmo companheiro ao romper o compromisso, esquecendo tudo o que foi a luta desses 12 dias, tudo o que foi o companheirismo, a amizade, a solidariedade, a união. Devemos manter essa trilha que até agora traçamos. Temos certeza que esse é o caminho a seguir” [ver Comunicado do Comando de greve, nº 15, de 16.09.79].

No dia 18, em Porto Alegre, os banqueiros retiraram as garantias concedidas aos bancários do interior do estado. Com o movimento esvaziado e uma assembléia dividida, a greve dos bancários porto-alegrenses terminou no dia 19, sem garantia de readmissão e sem reajuste salarial. Das 22 reivindicações iniciais da categoria, apenas a unificação da data-base para o mês de setembro foi obtida. No comunicado do Comando de greve, transparece o posicionamento do movimento:
“A nossa greve terminou. Para muitos ela pode ter parecido uma derrota. Mas na verdade tivemos muitas vitórias. Devemos levar em conta que nós tivemos que lutar contra o maior poderio do Brasil[...] Não é só contra o nosso patrão que temos de lutar. Foi um GOVERNO de patrões que nós enfrentamos. Uma das dificuldades que enfrentamos foi não ter uma organização livre deste governo (de banqueiros) e um partido que realmente defendesse os nossos interesses ” [Comunicado do Comando de greve nº 18, de 19.09.79].

Neste discurso é enfatizada a idéia de confronto de classes (os bancários versus o governo de patrões, o governo representado pelo ministro-banqueiro) e a necessidade de se pensar a construção de uma autonomia sindical e de um partido que defenda os interesses dos trabalhadores. O discurso salienta os objetivos a serem traçados pelo movimento: a construção de uma organização sindical livre e de um partido da classe trabalhadora. A crítica ao governo ditatorial e a postura de oposição a este governo se faziam constantes no discurso dos bancários (esta é uma dimensão importante da luta pela democracia que se manifesta tanto no discurso como na prática da gestão presidida por Olívio Dutra no Sindicato).
Apesar de ser encarada como um fracasso com relação ao aspecto econômico, a greve de 79 assumiu uma importância fundamental para a articulação do movimento sindical, chamando a atenção para a importância da organização dos trabalhadores, o que desembocaria em futuras conquistas para a classe trabalhadora.

Após o término da greve iniciaram-se as punições nos bancos privados, quando 300 bancários foram demitidos ao retornarem ao trabalho. No dia 21 foram libertados os dirigentes sindicais presos, que retomaram a organização do movimento mesmo com o Sindicato sob intervenção.


A Greve sedimentou a polarização entre os bancários, de um lado e, de outro, os banqueiros e a ditadura militar. Os bancários começaram a se perceber como parte da classe trabalhadora, inserindo-se, de forma concreta, nas lutas contra a ditadura militar. A greve adquire assim uma dimensão política de luta contra a ditadura, viabilizando a conscientização dos bancários no sentido de lutarem não só por reivindicações salariais, mas também por questões de ordem política (como a luta contra a ditadura).

A greve de 1979 foi, portanto, uma tentativa de unificação nacional da campanha salarial, tendo sido frustrada pela repressão do governo e por uma organização ainda embrionária do sindicalismo bancário. Esta organização, em Porto Alegre, estruturou-se a partir da ligação entre a diretoria e os integrantes da COMOC. Estes últimos conduziram a paralisação durante doze dias, contando com o apoio de parlamentares ligados à oposição, de sindicatos de outras categorias, da Igreja e de representantes de outros movimentos associativos. Mas isto não foi suficiente para sensibilizar o governo Figueiredo. A abertura política proclamada em seu discurso de posse tornava-se um discurso vazio de sentido face a intransigência do governo de estabelecer um diálogo com a classe trabalhadora.

A greve bancária de 1979 evidenciou o derradeiro rompimento da política de cooperação entre os bancários e o governo. Sendo o resultado de um trabalho esboçado desde meados da década de 70, tornou-se evidente o crescimento da organização e da mobilização sindical bancária, bem como o surgimento de lideranças sindicais autênticas que, na década de 80, irão se empenhar pela ramificação do “novo” sindicalismo no Rio Grande do Sul.

A experiência dos bancários neste período evidencia como se processou a passagem de um sindicalismo passivo para um sindicalismo classista, articulado às bases e às demais categorias de trabalhadores. Os reflexos desta ação sindical na luta pela democratização do país tornaram-se explícitos a partir do momento em que o Sindicato começava a articular um discurso de oposição ao governo militar, defrontando-se com os limites impostos pela estrutura sindical, com a política econômica e com o autoritarismo do regime. Neste sentido, a greve de 1979 torna-se um elemento fundamental para se pensar a transformação da prática sindical dos bancários, quando estes se mobilizaram na luta por melhores salários, por condições de trabalho mais dignas, por uma jornada de trabalho menos opressora. É neste momento que se dá o “resgate da dignidade” destes trabalhadores, expresso por impressões subjetivas explicitadas no discurso do Sindicato, um discurso que chama a categoria para a luta, que questiona as condições de trabalho, a política recessiva e o projeto político do governo militar. Este discurso procura mobilizar e organizar os trabalhadores, chamando-os para participarem de seu órgão de representação, construindo uma nova visão do papel do Sindicato, articulando-se com os demais movimentos sociais (movimento estudantil, o movimento pela anistia, o movimento contra a carestia) na construção de uma oposição ao regime militar. Deve-se considerar também a importância adquirida pela organização do movimento intersindical para a construção de uma identidade da classe trabalhadora em nível nacional. Esta identidade apresentava elementos comuns tanto nos discursos do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre como nos discursos do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo: a participação da base, a noção de dignidade, a super-exploração do trabalho e a reivindicação pela democracia inclusiva foram elementos destacados que se fizeram presentes na matriz discursiva do “novo” sindicalismo.
Referências: SILVA, Shirlei Ines Mendes da. RECONSTRUINDO A DEMOCRACIA: a experiência dos bancários de Porto Alegre/RS. 1999. 197 f. Dissertação (Mestrado) - Departamento de Ciência Política do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 1999.

A GREVE PROIBIDA. Porto Alegre: Sindbancários, 1989.

ALVES, Maria Helena Moreira. Estado e Oposição no Brasil: 1964-1984. Bauru: EDUSC,
2005
Series 1: Fotografias, 1979Ver conteúdo digital associado.
Imagens referentes a greve realizada em 1979: assembleias no auditório Araújo Viana (1979/09); assembleias na parte externa da sede da Federação dos Empregados dos Estabelecimentos Bancários do RS (FEEB RS) com a presença e discursos de vários sindicalistas regionais e nacionais pertencentes a Intersindical nacional, entre eles Luiz Inácio Lula da Silva; lista dos funcionários ‘fura greve’; reuniões e entrevistas de Luiz Inácio Lula da Silva em visita à Porto Alegre; passeatas pelas ruas do centro de Porto Alegre; Vera de Castro Nogueira, mãe de sindicalista Luiz Felipe Nogueira. Bancários reivindicam 84% de aumento.
Material relacionado: Intersindical
Dimensão e suporte: 112 itens; P&B
Características físicas: sem restrições
Series 2: Clipagem, 1979Ver conteúdo digital associado.
Repercussão na imprensa da greve de 1979.
Series 3: Correspondências, 1979Ver conteúdo digital associado.
Correspondências relativas a greve de 1979.
Series 4: Informativo do Comando de Greve, 1979Ver conteúdo digital associado.
Informativos do Sindicato sobre a greve de 1979.
Series 5: Publicações, 1989Ver conteúdo digital associado.
Publicações sobre a greve de 1979.
Dossiê 2: 1983
Series 1: Fotografias, 1983-06
Fotografias referentes a greve realizada em 1983. Iniciada em 21 de junho. Manifestação em frente a Prefeitura de Porto Alegre e pelas ruas do centro da cidade, com faixas do Partido Comunista do Brasil, Movimento Revolucionário nº8 (MR8), entre outras. Manifestação em frente ao Palácio Piratini e Assembleia Legislativa de Porto Alegre, entre os manifestantes Olívio Dutra.
Características físicas: sem restrições
Dimensão e suporte: 17 itens; P&B
Dossiê 3: 1985
Series 1: Fotografias 1985, 1985Ver conteúdo digital associado.
Fotografias referentes a greve realizada em 1985. Manifestação em frente a Prefeitura de Porto Alegre; funcionário do Meridional, Belmonte, do Comando de Mobilização, com olhos machucados por gás lacrimogênio. Entre os manifestantes Ana Santacruz, José Fortunati, entre outros. Reivindicam 25% de aumento.
Características físicas: sem restrições
Dimensão e suporte: 12 itens; P&B
Dossiê 4: 1986
Series 1: Fotografias 1986, 1986
Fotografias referentes a greve realizada em 1986. Manifestantes em frente a agencia do Banco do Brasil em Vacaria – RS; manifestação em frente a Justiça do Trabalho e ao Tribunal Regional do Trabalho; assembleia de greve no Estádio Beira Rio, no Auditório Araújo Viana e no Ginásio Gigantinho; agência bancária com edição do jornal O Bancário colada na porta. Reivindicam 92% de aumento.
Material relacionado: Assembléia
Dimensão e suporte: 9 itens; P&B
Características físicas: sem restrições
Dossiê 5: 1987
Series 1: Fotografias 1987, 1987
Fotografias refentes a greve realizada em 1987. Assembleia no Auditório Araújo Viana; manifestações de bancários em frente as agências.
Material relacionado: Assembléia
Dimensão e suporte: 7 itens; P&B e Colorido
Características físicas: sem restrições
Dossiê 6: 1988
Series 1: Fotografias 1988, 1988Ver conteúdo digital associado.
Imagens referentes a greve realizada em 1988. Assembleia no Auditório Araújo Viana; pronunciamento do presidente do sindicato, Luiz Felipe Nogueira, em assembleia em frente a agência bancária da Caixa Econômica Federal da Praça da Alfândega; manifestação noturna em frente ao Banco do Brasil com conflito entre policiais e manifestantes.
Características físicas: sem restrições
Dimensão e suporte: 22 itens; colorido
Dossiê 7: 1989
Series 1: Fotografias 1989, 1989
Fotografias referentes a greve realizada em 1989. Pronunciamento do presidente do sindicato, Luiz Felipe Nogueira, no palanque montado em frente a Prefeitura de Porto Alegre, faixa com slogan “Salário e democracia para viver melhor!” (1989/05/18); manifestação em frente a agencia bancária do Bradesco, Itaú, Badesul; manifestação pelas ruas do centro de Porto Alegre; invasão do banco Safra e Real; cartaz com o nome dos funcionários 'fura greve'.
Características físicas: sem restrições
Dimensão e suporte: 20 itens; P&B
Dossiê 8: 1990
Series 1: Fotografias 1990, 1990
Fotografias referentes a greve realizada em 1990. Manifestação em frente as agencias do Banco Nacional, Itaú; passeatas pelas ruas do centro de Porto Alegre; mesa de negociação salarial da diretoria do Banrisul, da Federação dos Empregados dos Estabelecimentos Bancários e do Sindicato; manifestação em frente a Agência Central do Banrisul; panfletagem dentro de agência do Bradesco e Bamerindus na cidade de Canoas -RS, e manifestação em frente a agência do Unibanco.
Dimensão e suporte: 20 itens; P&B
Características físicas: sem restrições
Dossiê 9: 1991
Series 1: Fotografias 1991, 1991
Fotografia referente a greve realizada em 1991. Manifestação na rua José Montaury no centro de Porto Alegre (1991/09/19).
Dimensão e suporte: 1 item; P&B
Características físicas: sem restrições
Dossiê 10: 1992
Series 1: Fotografias 1992, 1992
Fotografias referentes a greve realizada em 1992. Agência do Banerj, número 207 em Porto Alegre, com cartaz de greve e clientes na porta.
Dimensão e suporte: 4 itens; P&B
Características físicas: sem restrições
Dossiê 11: 1995
Series 1: Fotografias 1995, 1995
Fotografias referentes a greve realizada em 1995. Manifestações em frente a agência da Caixa Econômica Federal na praça da Alfândega, entre os manifestantes: Miguel Rossetto, Luciana Genro, Júlio Flores, Guilherme Barbosa (1995/10/30); manifestantes comemorando 10 anos da conquista das 6 horas de trabalho em frente a Caixa Econômica Federal da praça da Alfândega; (1995/10/30) assembléia de greve da Caixa Econômica Federal, realizada no Clube Caminho do Meio, com participação de Maria do Rosário, Luciana Genro (1995/10/30).
Dimensão e suporte: 23 itens; P&B
Características físicas: sem restrições
Dossiê 12: 2002
Series 1: Fotografias 2002, 2002
Fotografias referentes a greve realizada em 2002. Manifestação em frente ao HSBC, na agência do Centro Administrativo, na Avenida Assis Brasil esquina com a Avenida Farrapos, com distribuição de rosas as manifestantes comemorando o dia Internacional da Mulher, faixa no portão da instituição: “Queremos nossa PLR – Funcionários HSBC” (2002/03/08). Manifestação em frente de agencia do HSBC com a presença de policiais e prisão do diretor Mauro Salles Machado (2002/04/12).
Dimensão e suporte: 50 itens; colorido
Características físicas: sem restrições
Dossiê 13: Fotografias não identificadas, 1980-2000
Contem 21 fotografias não identificadas.

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[Dossiê 12: 2002],
[Dossiê 13: Fotografias não identificadas, 1980-2000],
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